Tiago, filho de Alfeu, era um dos Doze Apóstolos. Era irmão de sangue do Apóstolo e Evangelista Mateus. Foi testemunha das verdadeiras palavras e milagres de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, uma testemunha de Seus sofrimentos, Ressurreição e Ascensão. Depois da descida do Espírito Santo em Pentecostes, a sorte que caiu a Tiago foi pregar o Evangelho de Cristo em Euleuterópolis e nas áreas circunvizinhas e, então, no Egito, onde ele sofreu pelo seu Salvador. Com grande poder em palavras e obras, Tiago disseminou as salvíficas boas-novas do Verbo de Deus Encarnado, destruindo a idolatria, expulsando os demônios dos homens, curando toda enfermidade e doença no nome do Senhor Jesus Cristo. Seu zelo e labor foram coroados com grande sucesso. Muitos pagãos vieram a acreditar em Cristo, igrejas foram construídas e organizadas, padres e bispos, ordenados. Tiago sofreu na cidade egípcia de Ostracina, sendo crucificado pelos pagãos. Deste modo, este magnânimo e genial apóstolo de Cristo tomou posse de sua habitação no Reino Celestial, para reinar eternamente com o Rei da Glória.
“A Ortodoxia manifesta-se, não dá prova de si”
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Stº Apóstolo do Senhor TIAGO, o filho de Alfeu, um dos Doze – 9/22 out
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Grande Festa da Proteção da Santa Mãe de Deus - 01/14 out
Desde tempos imemoriais, a Igreja tem celebrado a Santíssima Mãe de Deus como padroeira e protetora do povo cristão que, por suas orações intercessoras, implora a misericórdia de Deus por nós, pecadores. O auxílio da Santíssima Mãe de Deus tem sido claramente manifesto várias vezes, tanto para indivíduos como para nações, na paz e na guerra, nos desertos monásticos e nas cidades densamente povoadas. O evento que a Igreja comemora e celebra hoje confirma a proteção contínua do povo cristão. No dia 1º. de outubro de 911, no reinado do Imperador Leão, o Sábio, houve uma vigília noturna na Igreja da Mãe de Deus de Blaquerné, em Constantinopla. A igreja estava lotada de gente. Santo André, o Louco por Cristo, estava de pé, no fundo da igreja, com seu discípulo Epifânio. Às quatro da manhã, a Santíssima Mãe de Deus apareceu acima das pessoas, segurando seu omofórion e estendendo-o como um manto protetor sobre os fiéis. Estava vestida em púrpura cravejada de ouro e irradiava-se com um inefável fulgor, rodeada pelos apóstolos, santos, mártires e virgens. Santo André disse ao Bem-aventurado Epifânio: "Vês, irmão, a Rainha e Senhora de tudo rogando por todo o mundo?" Epifânio respondeu: Sim, pai, e estou boquiaberto de espanto!" A Festa da Proteção da Mãe de Deus foi instituída para comemorar esse evento e para nos lembrar que podemos receber em oração a incessante proteção da Santíssima Mãe de Deus em quaisquer momentos de dificuldade.
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10:40
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Santas Mártires Sofia e suas filhas, Fé, Esperança e Caridade, de Roma (+ c. 137) - 17/30 set
Todas viveram e sofreram em Roma, durante o reinado do Imperador Adriano. Sofia era sábia, como indica seu nome. Caíra na viuvez e firmara bem a si própria e a suas filhas na fé cristã. Quando a mão perseguidora de Adriano estendeu-se até sobre a virtuosa casa de Sofia, Fé tinha apenas doze anos de idade, Esperança tinha dez anos e Caridade, nove. Trazidas perante o imperador, as quatro seguravam as mãos uma das outras "como uma coroa entretecida"; humilde mas firmemente confessaram sua fé no Cristo Senhor e se recusaram a oferecer sacrifícios ao ídolo pagão de Ártemis. Antes de seus sofrimentos, a mãe exortou as filhas a perseverarem até o fim: "Vosso Noivo Celestial, Jesus Cristo, é a saúde eterna, a beleza inefável e a vida eterna. Quando vossos corpos forem mortos pela tortura, Ele vos revestirá de incorrupção e as chagas de vossos corpos brilharão nos céus como as estrelas." Os torturadores infligiram cruéis torturas a uma de cada vez, primeiro a Fé, depois a Esperança e depois a Caridade. Espancaram-nas, açoitaram-nas, atiraram-nas às chamas e ao piche fervente e, finalmente, degolaram-nas com a espada, uma após a outra. Sofia levou os corpos mortos de suas filhas para fora da cidade e as enterrou honrosamente. Permaneceu em seu túmulo por três dias e três noites, orando a Deus. Em seguida, rendeu seu espírito a Deus, partindo para o Paraíso, onde as almas benditas de suas gloriosas filhas esperavam por ela.
Hino de Louvor
Como um sacrifício a Ele, ofereceu três belíssimas filhas.
A suas filhas disse: "Não temais, filhas minhas;
Fortalecei-vos no Cristo, perseverai na Fé,
E não temeis torturas nem infortúnios cruéis.
Não chorais por vossos corpos – melhor é no céu.
Deus vos dará corpos maravilhosos no céu.
Não chorais por vossa beleza – com a beleza divina
Resplendecereis entre os anjos no Reino de Deus,
Como filhas do Rei dos Reis!
Não chorais pela vida – de que vale esta vida terrena?
Não passa de no máximo cem anos.
No céu, a vida sem fim vos aguarda:
Vida sem fim, vida sem início.
Não chorais pela companhia de amigos terrenos,
Pois a companhia dos Santos maravilhosos vos aguarda ali.
Nem a companhia de parentes mundanos vos deve fazer chorar –
Pois vossa parentela, nos céus, são os mártires gloriosos."
Assim a pia mãe instruía as suas santas filhas,
Enquanto, uma a uma, partiam elas para o céu:
Três pombas brancas, inocentes e puras,
Voaram ligeiras para o seio do Cristo.
E com sua alma elevada, sua mãe partiu atrás delas,
E juntou-se a suas filhas gloriosas no Paraíso;
E nosso misericordioso Deus recebe as suas orações.
Tropário
A Beleza do Sagrado – 25 de setembro
O evento contou com a participação de membros do clero e fiéis das Igrejas ortodoxas antioquina (árabe), russa e grega, assim como estudantes africanos da República do Congo que são fiéis da Igreja de Alexandria (Egito), todos apresentaram amostras dos seus cantos litúrgicos. Tivemos também monges beneditinos que proporcionaram uma breve apresentação de Canto Gregoriano.
A exposição contou com a apresentação de 44 ícones produzidos pelo Atelier São Lucas e de um mosaico de São Jorge.
Inclusa na exposição, uma apresentação visual de todas as fazes da escritura de um ícone. Também estavam disponíveis textos e um cd a respeito da técnica, da história e da teologia do ícone.
D. Chrisóstomo pronunciou uma palestra a respeito de ícones famosos e sobre a pessoa que contempla o ícone.
O evento também proporcionou a oportunidade do público presente conhecer uma recém pintada composição mural, que traz a Santíssima Virgem. Na composição também temos a representação simbólica do prédio de nossa Igreja e de seus arredores que incluem a comunidade e o mar.Também puderam ser apreciadas a nova pintura e iluminação do prédio da Catedral. E também o trabalho de jardinagem e paisagismo feito pelos próprios fiéis.
A festa contou com um bazar, um bistrô e um espaço infantil.
às
12:42
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Grande Festa da Exaltação Universal da Venerável e Vivificante Cruz - 14/27 set
Neste dia, comemoram-se dois eventos relacionados com a Honorável Cruz do Cristo; o primeiro é a descoberta da Honorável Cruz no Gólgota, e o segundo é o retorno da Honorável Cruz a Jerusalém, vinda da Pérsia. Ao visitar a Terra Santa, a santa Imperatriz Helena decidiu encontrar a Honorável Cruz do Cristo. Um idoso judeu de nome Judá era o único que sabia onde estava a Cruz e, pressionado pela Imperatriz, revelou que a Cruz estava enterrada debaixo do templo de Vênus que o Imperador Adriano construíra sobre o Gólgota. A imperatriz ordenou que esse templo idólatra fosse demolido e, ao cavar fundo abaixo dele, descobriu três cruzes. Enquanto a imperatriz refletia sobre como haveria de verificar qual delas era a do Cristo, uma procissão fúnebre passava por perto. O Patriarca Macário disse ao povo para que depusessem as cruzes, uma de cada vez, sobre o morto. Enquanto a primeira e, depois, a segunda cruz foram postas sobre o cadáver, o defunto permaneceu como estava. Quando lhe depuseram a terceira cruz, o morto voltou à vida. Foi assim que descobriram que esta era a Preciosa e Vivificante Cruz do Cristo. Então depuseram a Cruz sobre uma mulher enferma e ela ficou sã. O Patriarca ergueu a Cruz para que todas as pessoas pudessem vê-la, e o povo, entre lágrimas, cantou: "Senhor, tem piedade!" A Imperatriz Helena mandou fazer uma urna de prata e nela dispôs a Venerável Cruz. Tempos mais tarde, o imperador persa Cosroés conquistou Jerusalém, escravizou muita gente e levou a Cruz do Senhor à Pérsia. A Cruz permaneceu na Pérsia por quatorze anos. No ano 628, o Imperador grego Heráclio derrotou Cosroés e, com muita cerimônia, trouxe a Cruz de volta a Jerusalém. Enquanto adentrava na cidade, o imperador Heráclio carregava a Cruz nas costas; mas a certa altura, de repente, não conseguiu dar mais nenhum passo. O Patriarca Zacarias viu um anjo que impedia o imperador de conduzir a Cruz pela mesma trilha em que o Senhor caminhara descalço e humilhado. O Patriarca comunicou essa visão ao imperador. O imperador despiu-se de suas indumentárias e, descalço e em andrajos, tomou a Cruz, carregou-a ao Gólgota e depositou-a na Igreja da Ressurreição, para alegria e consolo de todo o mundo cristão.
às
10:20
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
A BELEZA DO SAGRADO II – 25 de setembro de 2010
Faz parte do evento a exposição de ícones produzidos pelo Atelier Ortodoxo São Lucas, apresentação de canto litúrgico, venda de artesanato e objetos religiosos, projeção de slides sobre a Arte do ícone, exibição de filmes e palestra sobre iconografia na Tradição Ortodoxa e o significado da imagem sagrada como representação pictórica artística e espiritual do Cristianismo Oriental.
Para quem não conhece a cultura cristã ortodoxa, é uma excelente oportunidade.
O Evento contará ainda também com um bistrô. Terá início às 16:00 hs e término previsto para às 21:00 hs.
Local: Catedral Ortodoxa da Santíssima Virgem Maria
Endereço: Rua Saint Roman 226, Copacabana.
Ingressos: R$ 10,00 (inteira),
Estacionamento com manobrista na garagem ao lado
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16:53
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O Atelier Ortodoxo São Lucas
às
16:33
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Festa do Nascimento da Santíssima Mãe de Deus e Sempre Virgem Maria - 08/21 set
Ó Virgem, foste obtida do Salvador por lágrimas!
Templo corporal do Santíssimo Espírito, tendes-te tornado,
E hás de ser chamada Mãe do Eterno Verbo.
Ardente Sarça, chamam-te,
Pois recebeste dentro de ti o Fogo Divino:
Inflamada em chamas, mas não consumida,
Gerarás o Dourado Fruto e oferecê-Lo-á ao mundo.
Serás a Portadora d'Aquele Que porta os céus,
A Quem, todos no céu levantam louvores!
Milagre dos milagres passar-Se-á dentro de ti,
Pois trouxeste o céu, tu que és "mais vasta do que os céus!"
És-nos a mais preciosa, ó Virgem, mais do que preciosas pedras,
Pois tu és a fonte de salvação da humanidade.
Por isso, que o universo Te glorifique,
Ó Santíssima Virgem, ó Alva Pomba!
O Rei dos Céus deseja entrar no mundo,
E passará por ti, ó Belíssimo Portal!
Ó Virgem, quando te tornares mulher gerará Cristo por nós;
De teu corpo, o Sol raiará.
às
09:57
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Degolação de São João Profeta, Precursor e Batista do Senhor - 29ago/11set
Foste o Precursor do Glorioso Salvador,
Tua pureza tocou as almas humanas
E ressoou qual temível trombeta desde o Jordão.
Despertando os homens do sono e do vício da indolência,
Quando o machado estiver fincado à raiz da árvore.
A ti, eu me curvo; a ti, eu oro:
Ajuda-me a resistir a todos os ataques.
Ó mais poderoso de todos os profetas, a ti eu me curvo,
E, diante de ti, ponho-me de joelhos; diante de ti, eu rogo:
De teu coração, concede-me a força de um leão;
De teu espírito, concede-me o testemunho angélico.
Concede-me tua força, para que pela prática eu possa obter
Submissão a Deus e auto-controle,
Ser batizado pelo jejum, purificado pelas vigílias,
Adocicado pela oração e pela vista celestial;
Encarar qualquer martírio sem temor,
Com tua coragem e inabalável fé.
Ó São João, homem de Deus,
Glorioso Mártir da suprema justiça:
É a ti que os iníquos exércitos temem.
Não deixes de ouvir minha oração,
Para que eu possa apresentar-me, como uma verdadeira vela,
Diante do Senhor.
às
14:13
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Grande Dodeca-Festa da Dormição da Santíssima Mãe de Deus e Sempre Virgem Maria - 15/28 ago

O Senhor, Que no Monte Sinai, declarou o Quinto Mandamento, Honrará teu pai e tua mãe, mostrou com o próprio exemplo que se deve respeitar os pais. Pendurado na Cruz, em agonia, Ele Se lembrou de Sua Mãe e, apontando ao Apóstolo João, Ele Lhe disse: Mulher, eis o Teu filho. Depois disto, Ele disse a João: Eia a tua Mãe. E assim, cuidando de Sua Mãe, Ele deu o último suspiro. João possuía uma casa no Monte Sião, em Jerusalém, na qual, então, a Teotokos passou a morar. Ela morou lá até o fim de Seus dias sobre a terra. Com suas orações, gentil acompanhamento, humildade e paciência, ela imensamente assistiu os apóstolos do Filho. Ela passou a maior parte de sua vida restante sobre a terra em Jerusalém, geralmente visitando os lugares que A faziam lembrar dos grandes momentos e das grandes obras do Filho. Ela visitava especialmente o Gólgota, Belém e o Monte das Oliveiras. Já de Suas poucas viagens mais distantes, está registrada Sua visita a Santo Inácio, o Portador de Deus, em Antioquia; assim como Sua visita a Lázaro (aquele que o Senhor ressuscitou no quarto dia), Bispo de Chipre. Ela também visitou Monte Atos, que Ela abençoou; e Ela permaneceu em Éfeso com São João, o Evangelista, na época da grande perseguição aos cristãos em Jerusalém. Em Sua idade avançada, Ela geralmente orava a Seu Senhor e Deus no Monte das Oliveiras, o local da Ascensão, para que Ele A levasse deste mundo o mais breve possível. Numa dessas ocasiões, o Arcanjo Gabriel apareceu-Lhe e revelou-Lhe que Ela repousaria dentro de três dias. O anjo deu-Lhe uma ramo de palmeira, que deveria ser levado na procissão fúnebre d’Ela. Ela voltou para casa com grande alegria, trazendo em Seu coração a esperança de reencontrar os Apóstolos do Filho mais uma vez nesta vida. O Senhor realizou Seu desejo, e os apóstolos, trazidos pelos anjos nas nuvens, reuniram-se na casa do Monte Sião. Com imensa alegria, Ela os reencontrou, encorajou-os, aconselhou-os e confortou-os. Então, Ela, pacificamente, entregou Sua alma a Deus sem dores nem sofrimento físico. Os apóstolos conduziram-Na em Seu caixão, do qual exalava uma fragrância celestial. E, na companhia de muitos cristãos, carregaram o caixão ao Jardim do Getsêmani, ao sepulcro de Seus pais, Santos Joaquim e Ana. Pela Providência Divina, a procissão foi cancelada por uma turba de ímpios judeus. Mesmo quando Afitônio, um sacerdote judeu, agarrou o caixão a fim de virá-lo, um anjo de Deus prendeu-lhe as duas mãos. Ele, por sua vez, clamou aos apóstolos por ajuda e foi curado, declarando sua fé no Senhor Jesus Cristo. O Apóstolo Tomé estava ausente – novamente, por Divina Providência – a fim de que um novo e gloriossíssimo mistério da Santa Teotokos fosse revelado. Tomé chegou apenas no terceiro dia e desejou venerar o corpo da Santa Puríssima. Porém, quando os apóstolos abriram o sepulcro, eles encontraram somente o sudário. O corpo não estava mais no túmulo! Naquela noite, a Teotokos, cercada pelo exército de anjos, apareceu aos apóstolos e disse-lhes: “Regozijai-vos! Eu estarei convosco para sempre.” Quanto à idade da Teotokos na ocasião de Sua Dormição, não se sabe exatamente, mas a opinião geral é a de que Ela ultrapassava os sessenta anos de idade.
“De Teu coração, Virgem Pura,
Correrá água viva,
Os sedentos beberão Cristo.”
Ó Fonte doadora de vida,
Nós todos Te exaltamos!
Os sedentos beberão Cristo.
Por Ele, o amargo se torna doce;
Por Ele, a dor dos angustiados é sanada.
Ó Fonte doadora de vida,
Nós todos Te exaltamos!
Doce bebida jorrada da eternidade,
Córrego que inunda nossa árida idade,
Mais uma vez, aos Céus, elevada,
Nosso mundo ressequido refresca-se.
Ó Fonte doadora de vida,
Nós todos Te exaltamos!
Glória a Ti, Puríssima!
Glória a Ti, Mãe de Deus!
Geraste para nós o Cristo Vivente,
A Água Viva da graça!
Ó Fonte doadora de vida,
Nós todos Te exaltamos!
às
10:37
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Grande Dodeca-Festa da Transfiguração de Nosso Senhor Deus e Salvador Jesus Cristo – 06/19 ago
às
14:55
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Os Santos Apóstolos Pedro e Paulo – 29 de junho/ 12 de julho
“Exaltemos Pedro e Paulo, estes dois luzeiros da Igreja pois eles brilham no firmamento da fé...” Assim cantamos nas vésperas da festa, na noite de 28 de junho. Nas matinas como nas vésperas os hinos parecem partilhar igualmente o louvor entre os dois apóstolos, a quem nos dirigimos um a cada vez. Entretanto o evangelho lido nas matinas trata especialmente sobre o apóstolo Pedro. Aí ouvimos nosso Senhor (Jo. 21,14-25) perguntar três vezes a Pedro: “Tu me amas?”. Na primeira vez Jesus diz: “Tu me amas mais do que estes?” Três vezes Pedro responde com uma humildade às vezes triste e às vezes chorosa: “Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo”. E três vezes Jesus lhe diz para apascentar o rebanho do Bom Pastor: “Apascenta os meus cordeiros... apascenta as minhas ovelhas...” Depois Jesus prediz a Pedro de maneira velada “o gênero de morte pelo qual Pedro devia glorificar a Deus”. Este evangelho tem duas coisas para nos dizer. Primeiro, coloca claramente a pergunta única, pergunta que temos e que teremos que responder: “Tu me amas?” Tudo, na vida cristã, se reduz a esta pergunta. Podemos nós responder como Pedro: “Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo?” Não seriam nossas ações um lamentável desmentido desta afirmação? Entretanto responder simplesmente que não amamos o Senhor seria desconhecer e sufocar as aspirações - por mais fracas que sejam - que o Espírito Santo põe em nossos corações e dirige para Cristo. Digamos, então, a Jesus: “Senhor, Tu sabes tudo, Tu sabes que Te amo. Não espero nada de mim; espero tudo da Graça”. O segundo ensinamento dado por este evangelho concerne a natureza da autoridade na Igreja. O Senhor confere aqui a Pedro uma autoridade especial. Percebemos primeiro que esta autoridade está fundamentada sobre uma primazia do amor - “tu me amas mais do estes?” - e em seguida que ela consiste em um serviço humilde e desinteressado - “apascenta minhas ovelhas...”. Entre cristãos toda preeminência que não for uma preeminência de amor e de serviço não corresponde às intenções de nosso Senhor. Toda autoridade que, na Igreja, se expressasse em termos de prestígio ou de posse material ou de domínio tornar-se-ia estranha e hostil à solicitude verdadeiramente pastoral à qual Jesus chama Pedro para participar. Sobre estas palavras do Senhor a Pedro serão julgados todos aqueles que reivindicam uma autoridade no seio da comunidade dos fiéis.
A liturgia de 29 de junho/ 12 de julho manifesta, pelos textos que nos faz ouvir, o quanto o ministério de Pedro e o de Paulo são todos dois necessários e complementares. O evangelho (Mt.16,13-19) contém a confissão de Pedro em Cesaréia de Filipos: “Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo...” e a resposta de Jesus: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei minha Igreja, e as Portas do Inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”. Este texto levantou muitas controvérsias. Mas permanece certo que Jesus quis reconhecer e sancionar pela concessão de um poder espiritual eminente, o ato de Fé que Pedro acabava de formular. A epístola (2Co.11,21-12;9) - da qual ouvimos a maior parte no 19º domingo após o Pentecostes - enumera os títulos de Paulo, chamado diretamente ao apostolado por Cristo, foi considerado como igual ou mesmo superior em autoridade aos ministros do Evangelho já regularmente instituídos e reconhecidos: “Eles são ministros de Cristo?...Eu, mais do que eles...” Paulo fundamenta esta afirmação de um lado pelos sofrimentos que enfrentou, de outro pelas graças e revelações que lhe foram concedidas. Um estudo atento das relações dele com os Onze pode ensinar-nos muito sobre a questão da autoridade na Igreja. Paulo nunca levantou-se contra o elemento institucional representado pelo apostolado “histórico” dos Onze. Ele recebeu a imposição de mãos daqueles que já eram reconhecidos como possuindo o Espírito Santo. Ele submeteu à aprovação da Igreja reunida em Jerusalém seus próprios métodos de apostolado. Mas jamais admitiu nem que sua vocação extraordinária fosse inferior à vocação normal dos outros apóstolos, nem que seu conhecimento de Cristo, todo espiritual e recebido pela graça, fosse menor que o conhecimento que tinham de Jesus os seus primeiros discípulos; nem que ele devesse sacrificar suas próprias convicções face ao mais autorizado dos apóstolos: “quando Cefas veio a Antioquia, resisti-lhe em face, porque ele estava errado”. Quanto mais a Igreja for dominada pelo Espírito Santo, mais ela ultrapassará toda tensão entre autoridade regularmente adquirida e a liberdade espiritual. Uma síntese deve estabelecer-se entre a tradição e a inspiração. Pedro e Paulo não podem ser separados; e é por isso que a Igreja os comemora no mesmo dia. Digamos com ela: “Rejubila, ó Apóstolo Pedro, tu, o grande amigo do Mestre, Cristo nosso Deus. Rejubila bem amado Paulo, pregador da fé e doutor do universo. Por isso, intercedei junto a Cristo nosso Deus pela salvação de nossas almas”.
A Igreja quer associar todos os outros apóstolos à homenagem que ela presta a Pedro e Paulo. Assim, no dia 30 de junho, ela dedica à comemoração coletiva dos Doze. Como diz o Kondakion do dia: “... comemorando hoje a sua memória, nós glorificamos Aquele que os glorificou”.
Boletim Interparoquial, Julho de 2002
às
06:00
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
Grande Festa da Ascenção de Nosso Senhor Jesus Cristo - 13 maio/30 abril
É portanto, para nós também, um dia triunfal: por nossa união com o Cristo, na unidade de Seu Corpo místico, fazemos igualmente nossa entrada no céu, pelo menos em direito, esperando que o Senhor venha novamente para julgar o universo e chame seus eleitos, para introduzi-los em Seu Reino.
às
10:52
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terça-feira, 2 de março de 2010
O Segundo Domingo da Grande Quaresma - Domingo de São Gregório Palamas
Evangelho de hoje (Mc. 2, 1-12), relata a cura do paralítico de Cafarnaum. Jesus perdoa-lhe seus pecados e, como os escribas assombram-se de que outro que não Deus possa perdoar os pecados, ele responde: “Qual é mais fácil dizer ao paralítico?: estão perdoados os teus pecados, ou dizer-lhe: levanta-te, e toma o teu leito e anda?... para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder para perdoar pecados, a ti te digo: levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa”. O tema central deste episódio é a força tanto de perdão quanto de cura que possui o Senhor Jesus, A seguir, há a afirmação - mais ainda: a demonstração - de que a cura e o perdão não devem ser separados. O paralítico, deitado sobre seu leito foi colocado aos pés de Cristo. Ora, a primeira palavra de Jesus não foi: “Sê curado!”, porém: “Teus pecados te são perdoados”. Em nossos males físicos, antes mesmo de pedir por nossa libertação material nós devemos orar por nossa purificação interior, pela absolvição de nossas faltas. Jesus, enfim, ordena ao paralítico curado,de levar sua cama para casa. De um lado, a multidão seria convencida da realidade do milagre se visse esse homem tornado forte o bastante para carregar seu leito. De outro lado, aquele que foi perdoado, interiormente modificado por Jesus, deve mostrar aos de sua casa, por qualquer sinal evidente (não mais por carregar um leito, porém, por palavras, atos e atitudes), que ali está um homem novo que retoma seu ligar em seu ambiente.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Apresentação no Templo da Santa Mãe de Deus e Sempre Virgem Maria - 21 nov/04 dez
Joaquim fez convocar jovens raparigas entre os hebreus de raça pura, a fim de escoltá-la com tochas e precedê-la em direção ao Templo, para que, trazida pela luz, a criança não fosse tentada a voltar atrás em busca de seus pais. Porém, a Santa Virgem, Toda Pura ultrapassa as virgens de sua escolta e, sem um único olhar ao mundo, lança-se aos braços do Sumo-Sacerdote Zacarias, que a esperava sob o pórtico, em companhia dos anciãos. Zacarias a abençoou dizendo: “O Senhor glorificou teu nome de geração em geração. É em ti que, nos últimos dias, Ele revelará a Redenção que preparou para seu povo”. E, coisa inaudita para os homens da Antiga Aliança, ele faz a criança entrar no Santo dos Santos, onde somente entrava o Sumo-Sacerdote uma vez por ano, no dia da Festa da Expiação. Sentou-a no terceiro degrau do Altar e o Senhor fez descer a Sua graça sobre ela, que se levantou e pôs-se a dançar a fim de expressar sua alegria. Todos os presentes maravilharam-se contemplando esse espetáculo promissor das grandes maravilhas que Deus em breve realizaria nela.
Tendo, dessa forma, abandonado o mundo, seus pais e qualquer ligação com as coisas sensíveis, a Santa Virgem permaneceu no Templo até a idade de 12 anos, quando os sacerdotes e anciãos confiaram-na a José, para que fosse o guardião de Sua virgindade, tornando-se seu noivo.
Quando a Mãe de Deus penetrou no Santo dos Santos, o tempo de preparação e de provação da Antiga Aliança teve fim e, nesse dia, celebramos os esponsais de Deus com a natureza humana. Eis porque a Igreja rejubila e exorta a todos a retirarem-se também ao templo de seus corações, a fim de preparar a vinda do Senhor, pelo silêncio e pela oração.
A imagem de Maria ultrapassando as ordens angélicas reencontram-se no hino cantado na Liturgia de São João Crisóstomo e repetido em cada celebração: “Verdadeira é digno e justo que te bendigamos, ò bem aventurada Mãe de Deus! Tu mais venerável que os Querubins e incomparavelmente mais gloriosa que os Serafins, deste à luz o Verbo de Deus conservando intacta a glória da tua virgindade. Nós te glorificamos, ó Mãe do nosso Deus”.
A Igreja escolheu coloca essa Festa no início do Advento, período onde nós revivemos a espera do Messias pelo Povo Judeu. Maria representa toda Israel, Ela engloba em Sua pessoa, a espera, Ela realiza a Promessa.
às
09:33
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Santo Apóstolo Filipe
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
São João Crisóstomo, Patriarca de Constantinopla
"A Boca de Ouro", abençoada por Deus,
Grande soldado de Cristo,
Que é o adorno e o orgulho da Igreja:
Profundo de coração e de mente,
E, com palavras, uma harpa de cordas de ouro.
Sondou as profundezas dos mistérios
E encontrou a pérola que brilha como as estrelas.
Exaltado em espírito até as alturas dos céus,
Expôs a verdade divina,
E sua visão é verdadeira por toda a história.
Ele deu tudo ao Filho de Deus.
Revelou-nos os horrores do pecado
E as virtudes que adornam o homem;
Mostrou-nos os mistérios mais preciosos
E toda a doce riqueza do Paraíso.
Evangelista, intérprete do Evangelho,
E portador da alegria espiritual,
Zeloso por Cristo como um apóstolo,
Não aceitava nenhuma injustiça.
Foi supliciado como qualquer mártir,
E recebeu seu suplício como um penhor de salvação.
Esse Servo de Cristo mostrou-se verdadeiro;Portanto, a Igreja glorifica Crisóstomo.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Santa igual aos Apóstolos, Tecla, a Protomártir de Icônio (Séc.I)
sábado, 3 de outubro de 2009
Mártires, Eustáquio (ou Plácido), sua esposa, Teopista, e seus filhos Agápio e Teopisto, de Roma (+c.118)
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Santas Mártires Fé, Esperança e Caridade, e sua Mãe Sofia
Como um sacrifício a Ele, ofereceu três belíssimas filhas.
A suas filhas disse: "Não temais, filhas minhas;
Fortalecei-vos no Cristo, perseverai na Fé,
E não temeis torturas nem infortúnios cruéis.
Não chorais por vossos corpos – melhor é no céu.
Deus vos dará corpos maravilhosos no céu.
Não chorais por vossa beleza – com a beleza divina
Resplendecereis entre os anjos no Reino de Deus,
Como filhas do Rei dos Reis!
Não chorais pela vida – de que vale esta vida terrena?
Não passa de no máximo cem anos.
No céu, a vida sem fim vos aguarda:
Vida sem fim, vida sem início.
Não chorais pela companhia de amigos terrenos,
Pois a companhia dos Santos maravilhosos vos aguarda ali.
Nem a companhia de parentes mundanos vos deve fazer chorar –
Pois vossa parentela, nos céus, são os mártires gloriosos."
Assim a pia mãe instruía as suas santas filhas,
Enquanto, uma a uma, partiam elas para o céu:
Três pombas brancas, inocentes e puras,
Voaram ligeiras para o seio do Cristo.
E com sua alma elevada, sua mãe partiu atrás delas,
E juntou-se a suas filhas gloriosas no Paraíso;
E nosso misericordioso Deus recebe as suas orações.
às
06:00
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