sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Oração de São Macário, o Grande (IV)
Senhor Deus Todo-Poderoso, Que acolhes de Teus Poderes Celestes o hino três-vezes-santo, acolhe também de mim, Teu indigno servidor, esta prece matutina, e concede-me a cada dia de minha vida, bem como à cada hora, de dirigir-Te a Ti o louvor, Pai, e Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos.
Amém.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Antimension
Nos primeiros séculos do Cristianismo, a Sagrada Liturgia era celebrada sobre os túmulos de mártires e era celebrada pelo bispo. Mais tarde, a medida que a Igreja se expandia e o tamanho de uma diocese típica com ela, os bispos da Igreja primitiva começaram a ordenar padres como seus representantes devido ao crescente número de comunidades cristãs, em especial as rurais. Apenas com a permissão do bispo um padre e sua comunidade poderiam celebrar a Sagrada Liturgia e, assim é, até os dias de hoje. Um dos meios pelo qual esta importante prática antiga é efetuada se dá através de um pequeno pedaço de tecido dobrado dentro de outro, e que repousa sempre sobre o Santo Altar de toda Igreja Ortodoxa – o Antimension.O Antimension é um pedaço de tecido retangular, freqüentemente dourado, medindo aproximadamente 18 por 24 polegadas, e enquanto sobre o Santo Altar é mantido dobrado dentro de outro tecido, de cor vermelha, chamado Iliton, que representa as faixas e o sudário funeral de Cristo. Desenhado sobre a superfície do Antimension está um ícone do sepultamento de Cristo, junto com os quatro Evangelistas, assim como os Santos Basílio, o Grande e João Crisóstomo. Costurado dentro do Antimension, em um pequeno saco, está uma relíquia incorruptível de um santo tornando real a antiga conexão com os mártires que morreram sem renunciar a Cristo, e cujo sangue, assim como o sangue de Cristo forma o verdadeiro alicerce da Igreja. Impresso em todo Antimension estão as palavras: “Pela graça do Santíssimo e Vivificante Espírito, este Antimension, e este Santo Altar estão consagrados para a Oferta sobre ele do Corpo e Sangue de Nosso Senhor na Sagrada Liturgia”. Cada um é assinado pelo bispo da diocese e colocado sobre o Santo Altar, constituindo assim sua permissão para a comunidade existir como uma paróquia ortodoxa e celebrar a Sagrada Liturgia. Isto é assim, desde o princípio do Cristianismo, uma vez que sem o bispo não há Igreja e através do bispo vem nossa unidade de Fé e Comunhão que é a Ortodoxia.
Primitivamente substituía o Altar (e ainda hoje pode, em caso de necessidade, exercer a mesma função), ficando sobre ele todo o ano, exceto de Sexta-Feira Santa até a Ascensão (período em que é substituído pelo Epitaphios, a partir do Sábado Santo). O antimension é consagrado pelo Bispo (ou pelo Primaz da Igreja) com um rito semelhante ao da consagração do altar.
fonte: Glossário Ortodoxo, Igúmeno Lukas
às
12:22
Marcadores: Expressões da Fé, Glossário, Objetos Litúrgicos
Oração pelos Doentes
Somente Tu, ó Cristo, pode socorrer prontamente as Tuas criaturas: nós Te suplicamos, apressa-Te em visitar o Teu servo doente, livra-o dos sofrimentos e do excesso de dores. Desperta-o para que Ele Te cante e Te glorifique sem cessar, pelas orações da Mãe de Deus, Tu que és o único Amigo dos homens.
Ó Salvador que fizeste sair do leito-de-dores a sogra de Pedro, consumida pela febre ardente bem como o Paralítico de outrora, vem, hoje visitar e curar, em Tua misericórdia, os Teus servos (nomes). Somente Tu portas os sofrimentos e as enfermidades de todos os homens e nada Te é impossível; Tu que és rico em piedade.
Ó Salvador que fizeste sair do leito-de-dores a sogra de Pedro, consumida pela febre ardente bem como o Paralítico de outrora, vem, hoje visitar e curar, em Tua misericórdia, os Teus servos (nomes). Somente Tu portas os sofrimentos e as enfermidades de todos os homens e nada Te é impossível; Tu que és rico em piedade.
São Demétrio, o Miroblita, Procônsul de Tessalônica - 26 out /08 nov
O grande mártir Demétrio nasceu na cidade de Tessalônica na Grécia. Os pais, cristãos latentes, batizaram-no e o instruíram na fé. Seu pai, um pró-consul romano, morreu quando Demétrio atingiu a maioridade. O imperador Maximiliano nomeou Demétrio, para ocupar o lugar do pai como autoridade da região de Tessalônica. A principal obrigação de Demétrio era defender sua região de inimigos externos, e também exterminar o Cristianismo. Em vez disso Demétrio se pôs a desarraigar hábitos pagãos, e a converter os pagãos à fé cristã.Naturalmente logo delataram ao imperador que o pró-consul era cristão. Voltando de uma marcha contra os "sarmatas" (tribo que povoava as estepes do Mar Negro), Maximiliano parou em Tessalônica. Preparado para morrer, Demétrio distribuiu seus bens aos pobres, e devotou-se totalmente à oração e ao jejum. O imperador o aprisionou e foi se divertir no circo, juntamente com os moradores de Tessalônica vendo os combates entre gladiadores. Eles procuravam cristãos e quando encontravam, os arrastavam para a arena. Entre os gladiadores destacava-se o impetuoso "Leon"; ele vencia com facilidade os humildes cristãos nos combates, e diante do júbilo da multidão enfurecida, jogava-os sobre as lanças dos combatentes.
O jovem cristão Nestor, visitou Demétrio na prisão e este o abençoou para lutar com Leon. Reforçado por Deus, Nestor venceu o orgulhoso gladiador e arremessou-o sobre as lanças dos guerreiros. Nestor deveria ter sido condecorado como vencedor, mas ao invés disso foi executado por ser cristão.
A mando do imperador (no ano 306) os guardas da prisão mataram Demétrio, perfurando-o com suas lanças. O corpo do grande mártir Demétrio foi jogado para que animais o devorassem, mas cristãos secretamente conseguiram sepultá-lo. Um dos criados de Demétrio, Lupus, pegou a vestimenta ensangüentada e o anel do mártir e começou a curar os doentes. Ele inclusive também foi executado.
Durante o império de Constantino o grande (324-337) foi construído uma Igreja sobre o túmulo do mártir Demétrio e, após cem anos, suas relíquias foram encontradas. Diante de seu túmulo aconteciam milagres e curas. Durante o império de Maurício (582-602) a cidade de Tessalônica foi cercada por inimigos anticristãos. São Demétrio apareceu na muralha da cidade, e 100 mil guerreiros se precipitaram em fuga. Em outra ocasião o santo salvou a cidade da fome.
A vida de Demétrio narra que ele soltava os prisioneiros do poder dos infiéis e ajudava-os a alcançar a Tessalônica.
Desde o século 7 do túmulo de São Demétrio começou a fluir um bálsamo aromático e milagroso. No século XIV Dimitri Krisolog escrevia a respeito disso: "o bálsamo por sua natureza não é água, mas é mais denso e não se parece com nada do que temos conhecimento... É mais estupendo do que todos aromas, não só os artificiais como os naturais criados por Deus."
Tropário de São Demétrio, t.4
Aquele que debaixo do golpe de lança recebeu como herança a Graça do flanco vivificante, aquele que uma lança trespassou e do qual o Salvador fez jorrar para nós os rios da Vida e da imortalidade, é Demétrio. Veneremos esse Mártir coroado com os muitos sábios ensinamentos, que tornou perfeita pelo seu sangue a corrida da sua paixão e resplandeceu com seus milagres por todo universo; ele é o imitador do Mestre, o amigo dos pobres, o defensor da Tessalônica nos maiores perigos; celebrando o seu memorial anual, nós glorificamos o Cristo nosso Deus que por ele cura a todos.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
“Nossa cruz e a Cruz de Cristo”
“Então disse o Senhor aos Seus Discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si-mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-Me” (Mt. 16, 24)O que quer dizer a sua Cruz? E por quê esta cruz própria, a cruz pessoal para cada um, é também chamada “Cruz de Cristo”?
A sua Cruz... são as aflições e os sofrimentos de nossa vida terrestre, que para cada um, são pessoais.
A sua Cruz... são os jejuns, as vigílias e os outros esforços ascéticos pelos quais a carne é humilhada e se submete ao espírito. Estes esforços devem corresponder às forças de cada pessoa, a que para cada um, lhe são próprias.
A sua Cruz... são as enfermidades devidas ao pecado ou às paixões, e que para cada um de nós, são pessoais! Nós vimos ao mundo com algumas delas, outras nos sobrevêm ao curso de nossa vida terrestre.
A Cruz de Cristo é o ensinamento de Cristo.
Vã e estéril permanece a sua própria cruz, se sendo ela pesada ao seguir a Cristo, não se transforme em Cruz de Cristo.
Para o discípulo de Cristo, a sua cruz torna-se a Cruz de Cristo porque o verdadeiro discípulo de Cristo está firmemente convencido de que Cristo vela, sem cessar, por ele. Que as aflições permitidas por Cristo são as condições indispensáveis e inevitáveis do Cristianismo; que sofrimento algum não poderia existir sem a permissão de Cristo; que é por meio destes sofrimentos que o cristão é assimilado a Cristo, tornando-se, por sua vez, participante, sobre a terra e, em seguida no céu.
Para o discípulo de Cristo, a sua cruz torna-se a Cruz de Cristo porque o verdadeiro discípulo de Cristo considera o cumprimento dos Mandamentos de Cristo como o único objetivo de sua vida. Estes santíssimos Mandamentos tornam-se para ele uma cruz sobre a qual ele crucifica constantemente o seu velho homem, “com suas paixões e concupiscências” (Gal. 5, 24).
Torna-se então claro que antes de tomar a sua cruz, necessário é negar-se a si-mesmo, até o ponto de “perder a sua alma” (Mt. 16, 25).
O pecado se assimilou de maneira tão intensa à nossa natureza caída que a Palavra de Deus não hesita em chamar o pecado de alma do homem caído.
Para carregar a sua cruz, necessário é, primeiramente, recusar ao corpo as concupiscências carnais do pecado, fornecendo-lhe só o que é realmente necessário para sua subsistência; é-nos necessário reconhecer que a nossa própria justiça torna-se extrema injustiça diante de Deus, nossa inteligência, loucura total. Entregando-se, enfim, ao estudo contínuo do Evangelho, falta-nos ainda renunciar à vontade própria.
Aquele que realiza uma tal renúncia a si-mesmo torna-se capaz de tomar a sua cruz.
Submetido a Deus, invocando o Seu auxílio, para remediar a fraqueza, sem medos e problemas, ele vê se aproximar a tribulação e se apronta em sofrê-la corajosa e valentemente, esperando tornar-se, graças a ela, participante de Cristo, não somente em seu espiríto e coração, mas antes também pelos seus atos e sua própria vida.
Nossa cruz continuará pesada enquanto ela permanecer apenas a nossa própria cruz. Desde, que se transforma em Cruz de Cristo, adquire uma leveza extraordinária: “O Meu jugo é suave e o Meu fardo é leve” (Mt. 11, 30) – diz o Senhor.
O discípulo do Senhor recebe a Sua Cruz quando se reconhece digno de todas as aflições que a Providência de Deus lhe envia.
O discípulo de Cristo porta a Sua Cruz, de uma maneira justa, quando ele confessa que tais aflições, e não outras, lhes são indispensáveis para tornar-se semelhante a Cristo, e isto implica a sua salvação!
Portá-la com paciência é ter a visão verdadeira e a consciência; ele não tem cegueira alguma. Em contrapartida, aquele que, apesar de confessar plenamente o seu estado de pecador, murmura e se revolta do alto de sua cruz, mostra então que a consciência de seu pecado é superficial. Ele só se afasta e perde a direção. Portar a sua cruz com paciência, é ter um verdadeiro arrependimento.
Ó tu que estás crucificado sobre a cruz, confessa o Senhor na justiça de Seus desígnios, condenando-se a si-mesmo, justifica o Julgamento de Deus, e receberás a remissão dos teus pecados.
Ó tu que estás crucificado sobre a cruz, reconhece a Cristo, e as portas do Paraíso te serão abertas.
Do alto da tua cruz, torna-te então teólogo. Porque a cruz é a verdadeira e única escola, o tesouro e o trono da verdadeira teologia. Fora da cruz, não existe verdadeiro conhecimento de Cristo.
Não busque a perfeição cristã nas virtudes humanas. Aí não está: mas antes oculta na Cruz de Cristo.
A cruz transforma-se em Cruz de Cristo quando o discípulo de Cristo a porta com uma consciência viva de seu estado de pecador, que merece a correção, quando ele a conduz dando graças ao Cristo, glorificando-O. Desta glorificação e desta ação de graças nasce, naquele que sofre, uma consolação espiritual. Esta ação de graças e o louvor tornam-se uma fonte abundante de alegria inefável e incorruptível que, pela ação da graça do Espírito Santo, arde no coração, se expande na alma e no próprio corpo.
A Cruz de Cristo só é uma via cruel em aparência, para os olhos carnais. Para o discípulo de Cristo, para aquele que O segue, ela é a via de delícias espirituais extraordinárias. Estas delícias são tão fortes que o sofrimento é totalmente aliviado e o discípulo de Cristo passa a sentir, nos tormentos cruéis, somente delícias.
A jovem Maura dizia ao seu jovem esposo Timóteo, que sofria terríveis suplícios e convidava sua esposa a tomar parte em seu martírio: “Eu temo, ó Irmão, de me espantar ao ver as terríveis torturas e o furioso Déspota, cedendo, desta maneira, em virtude de minha jovem idade”. O Mártir lhe responde: “Espera em nosso Senhor Jesus Cristo, e os teus sofrimentos serão como que uma unção derramada sobre todo o teu corpo e como um ar de rosas em teus ossos, atenuando todas as tuas dores”.
A Cruz é o poder e a glória dos Santos em todo tempo.
A Cruz só conduz à morte aqueles que não a transformaram em Cruz de Cristo, que murmuram em suas cruzes contra a divina Providência, blafesmam-na, abandonando-se à desolação e ao desespero. Os pecadores que recusam reconhecer seus pecados e a arrependerem-se, morrem de uma morte eterna, privando-se da verdadeira vida, a vida em Deus, por falta de paciência.
Eles deixam suas cruzes para viverem em suas almas o túmulo eterno: na guela dos infernos.
A Cruz de Cristo eleva da terra ao céu o discípulo do Cristo crucificado nela. Crucificado sobre a sua cruz, o discípulo de Cristo dirige os seus pensamentos às coisas do alto, habita no céu em seu intelecto e coração, contemplando aí, os mistérios do espírito em Cristo Jesus, nosso Senhor.
“Se alguém quiser Me seguir, diz o Senhor, que ele nege-se a si-mesmo, tome a sua cruz e siga-Me”. Amém.
Santo Ignácio Briantchaninov, Bispo de Stravopol no Cáucaso (1807 – 1867)
Bolertim Interparoquial”, Fevereiro de 2007
Boletim Interparoquial - novembro de 2007
Sumário:
- Santo Pontífice e Confessor João Crisóstomo, Patriarca de Constantinopla
- História da Igreja (Iconoclasmo e o VII Concílio Ecumênico)
- Igreja da Santa Mártir Zenaide
- Santoral e Leituras
às
15:59
Marcadores: Boletim Interparoquial
Oração de São Macário, o Grande (III)
Ó Deus, purifica-me a mim pecador, posto que jamais fiz o bem diante de Ti, livra-me de todo Mal e que se realize em mim a Tua vontade, afim de que sem incorrer de condenação eu possa abrir os meus lábios indignos e glorificar o Teu santo Nome, Pai, e Filho e Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Epitaphios
Museu Bizantino
"Epitaphios" é um um pano litúrgico oriundo do "aer" no cristianismo primitivo, ou do katapetasma (véu que separava "o Santo dos Santos" do Lugar Santo), e já conhecido ao final do século XII. No princípio foi usado para cobrir o cálice santo e a patena durante a preparação da Eucaristia. No século XIV já há evidências do seu uso durante o serviço da sexta-feira Santa, o que tornou-se tradição até os dias atuais.
às
15:14
Marcadores: Expressões da Fé
"Sobre a Fé Infalível"
Aquele que crê na providência infalível de Deus não está inquieto, nem mesmo preocupado em saber como será sua morte; que ela venha dos homens, das bestas selvagens, da fome, do esgotamento devido às provações ou de toda outra procedência. Nós morremos uma só vez e ninguém pode escapar.
Aquele que em tudo colocou sua confiança em Deus, a fim de ascender ao reino dos céus, este está morto para o mundo e não tem preocupação alguma quanto à sua morte.
Aquele que de uma vez por todas colocou sua esperança em Deus não conhece mais inquietudes, pois em tudo o que faz, encontra prestígio e proveito para a sua alma.
Aquele que aceita todas as provações por amor de Deus, este seguramente encontrará a salvação.
A graça de Deus nos é concedida segundo a fé que nós temos. Se a nossa fé é fraca, pouco nos será concedido. Se a nossa fé é grande, muito nos será dado, pela nossa paciência nada do que nos sobrevêm situa-se fora do plano da providência de Deus e de Suas ordenanças.
Deus espera somente de nós um espírito atento. Todas as decisões divinas estão fora de nosso alcance, insondáveis; e nós devemos então trabalhar com paciência pela salvação da nossa alma. “Aquele que preservar até o fim, este será salvo”, por Cristo Jesus Nosso Senhor. A Ele toda a glória, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém!
São Paísios Velichkovsky
"Boletim Interparoquial", set/out 2002
Ícone da Mãe de Deus chamada “Consolação de Todos os Sofrimentos” (1688)
Euphymia, irmã do Patriarca Joaquim (1674-1690), vivia em Moscou e sofria de uma doença incurável. Uma manhã durante suas orações ela ouviu uma voz dizer: "Euphymia! Vá até a Igreja da Transfiguração e peça ao padre que diante do ícone "Consolação de Todos os Sofrimentos" celebre um Molebien e faça a bênção das águas que você receberá a cura da doença. Euphymia fez conforme a orientação da voz que ouvira e se livrou da terrível doença que a afligia. Isso aconteceu no dia 24 de outubro (06 de novembro) de 1688.
às
09:41
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