Vigília é o ofício noturno que inicia a observância de qualquer grande festa, sendo celebrado, também, nas noites de sábado, constituído de Grandes Vésperas, Grandes Matinas e primeira hora canônica. Nos primórdios do cristianismo a vigília durava a noite inteira, ou pelo menos grande parte dela, seguida pela Sagrada Liturgia. Ainda é realizada, assim, nos mosteiros do Monte Atos, onde o Tipikon é estritamente seguido. Em eslavão é denominada wsienoszcznoje bdienije, literalmente significando ofício para a noite inteira.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Vésperas
Ofício da tarde. Ofício de agradecimento pelo dia que está terminando. As Vésperas rememoram os tempos vetero-testamentários: a criação do mundo, a vida dos primeiros seres humanos no Céu, a queda do homem e a Salvação pelo Messias. O Tipikon distingue três tipos de Vésperas: Vésperas Comuns, Vésperas Festivas e Grandes Vésperas. A estrutura básica de Vésperas Comuns é a seguinte:
- Doxologia inicial.
- Orações iniciais.
- Salmo Introdutório (Salmo 104 – Salmo Cósmico, fala da criação do mundo).
- Litania pela Paz (Grande Litania)
- Salmodia (leitura dos catisma previsto para o dia).
- Pequena Litania.
- Salmos do Lucernário.
- Prokímenon.
- Litania de Súplica.
- Apóstika.
- Oração de S. Simeão.
- Triságion e Pai-Nosso.
- Tropário-Apolitikion.
- Litania Fervorosa.
- Finalização das Vésperas.
- Benção Final (Despedida)
sexta-feira, 11 de abril de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Triságion
Do grego τρισάγιον, três vezes Santo, em eslavão trisvyatóe. As palavras “Deus Santo, Santo Forte, Santo Imortal, tem piedade de nós”. São repetidas três ou mais vezes, e ocorrem:
- na Liturgia, após os hinos que seguem a Pequena Entrada e antes do prokímenon;
- em Matinas, ao final da Grande Doxologia;
- em quase todos os ofícios, como parte das orações iniciais precedendo a oração do Pai-Nosso.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Triódio
A palavra Triódio significa literalmente: cânon com três odes. Estes cânones encontram-se nos livros litúrgicos aos quais deram seu nome:
- Triódio de Quaresma – Livro de ofícios litúrgicos que contém todos os textos pertinentes à Grande Quaresma, e assim chamado por que os cânones de Matinas normalmente possuem apenas três odes. O livro abrange o período que vai do Domingo do Fariseu e o Publicano e termina no Grande Sábado Santo. Seu uso substitui o do Octoecos, exceto para os Hinos Triádicos, o primeiro catisma-poético e os Photagogika, que são impressos como adendos ao Triódio. A característica dominante desses textos é seu aspecto penitencial, a Quaresma que é proposta aos fiéis para que eles se purifiquem e se preparem para as solenidades da Paixão e da Ressurreição do Salvador.
- Triódio Pascal ou Pentecostário – encontra-se neste livro os textos utilizados desde a Páscoa e até ao domingo que se segue aos Pentecostes, Domingo de Todos os Santos (nele se encontram essas duas festas). Os textos exprimem antes de tudo a alegria pela Ressurreição do Salvador, que torna possível a ressurreição do gênero humano. Os diversos temas evocados ao longo deste período esclarecem, cada qual à sua maneira, o mistério da Redenção e Salvação, onde a obra se completa com a Ascensão e o Pentecostes.
sábado, 5 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Tom
Cada semana do ciclo litúrgico semanal está relacionada com um dos oito Tons (a base para música litúrgica da Igreja Ortodoxa) e cada semana possui seu tom indicado. No sábado à noite da Semana Luminosa ou Jubilosa (Vigília do Domingo de São Tomé), o ciclo de tons começa com o tom 1 e, semana após semana, a seqüência continua através dos sucessivos tons, 1 até 8, mudando para um novo tom a cada noite de sábado, ao longo do ano. Os vários textos para o tom de cada semana encontram-se no Octoecos. Os textos especiais para as Grandes festas e festas de Santos (no Menaia) e para os dias da Grande Quaresma e período Pascal (no Triódio e Pentecostário) estão estabelecidos em vários tons, e estes, é claro, salvo por coincidência, não correspondem ao tom indicado para a semana. Enquanto toda a Ortodoxia usa a mesma divisão em oito tons, a maneira como estes tons são cantados varia de uma Igreja Ortodoxa para outra.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Tipikon
(Do grego Τυπικόν, de τύπος, decreto, ritual). É o livro que contém todas as regras (rubricas) para realização dos ofícios litúrgicos, dando orientações para todas as possíveis combinações de circunstâncias dos ofícios litúrgicos da Igreja e suas celebrações ao longo do ano. No ocidente seu equivalente é o ‘Ordo Missae’.
Faz-se necessário considerar uma breve história do Tipikon. O Tipikon é especialmente associado com o nome de São Sawa (439-532), abade de um mosteiro próximo a Jerusalém que hoje leva o seu nome. As edições gregas antigas, por exemplo, são entituladas de: “Tipikon dos Ofícios da Igreja da Santa Lavra em Jerusalém do nosso Pai Teóforo São Sawa” 1. De acordo com a versão tradicional, o Tipikon foi elaborado por São Sawa em pessoa e, posteriormente, revisado por São Sofrônio, Patriarca de Jerusalém (cerca de 560-638), que o suplementou com material da ordo seguido pelo mosteiro de Santa Catarina no Sinai. Uma revisão posterior foi realizada por São João Damasceno (cerca de 675-749), ele mesmo um monge na Lavra de São Sawa.
Liturgistas modernos, embora não aceitem esta versão como historicamente exata, entretanto reconhecem que ela contém um importante elemento de verdade. Na evolução da ordo eclesiática, um papel decisivo foi desempenhado pelo rito da Igreja de Jerusalém, e em particular pelo célebre mosteiro de São Sawa. Por outro lado o Tipikon, na sua presente forma, é posterior ao tempo de São João Damasceno; e outros centros além da Lavra de São Sawa exerceram uma influência formativa no seu desenvolvimento, notadamente o mosteiro de Studios em Constantinopla.
O Tipikon, como nós hoje o temos, representa essencialmente uma cristalização na prática litúrgica que ocorreu entre os séculos IX e XII. Ele incorpora uma síntese entre duas tradições, originalmente distintas: a primeira, o rito de ‘Catedral’, como observado na Grande Igreja de Agia Sofia na capital imperial, e em outros lugares; e a segunda o rito estritamente ‘monástico’. Do século IX em diante estes ritos foram normalmente combinados em um só. A Igreja Ortodoxa do posterior período bizantino, diferente da Igreja Católica Romana no Ocidente, usualmente não fazia nenhuma distinção entre a prática monástica e a secular ou paroquial: mosteiros e paróquias desde esta época têm, ambos, seguido o mesmo Tipikon, apesar de na maioria das paróquias ocorrerem, inevitavelmente, numerosas omissões e abreviações 2.
Até os últimos vinte e cinco anos do século nono o Tipikon observado pelas Igrejas Gregas, Eslavas e a Romana foi essencialmente o mesmo, à exceção de pequenos detalhes. Em 1888, entretanto, aprece em Constantinopla uma nova edição do Tipikon, preparada pelo protopsaltis George Violakis (falecido em 1911), e editada com aprovação e bênção do Patriarcado Ecumênico. Violakis fez mudanças extensivas e freqüentemente imprudentes, especialmente, na ordem do ofício de Matinas do Domingo: por exemplo, as katavasiae são indicadas para serem cantadas em conjunto no final da oitava ode do Cânon, ao invés de ocorrerem no final de cada ode; a leitura do Evangelho está deslocada de sua posição original de antes do Cânon e deselegantemente inserida entre a oitava e a nona ode. Assim, a nona ode está separada daquelas que a precedem e a estrutura total do Cânon está inadequadamente obscurecida 3.
O novo Tipikon de Constantinopla foi amplamente adotado pelas Igrejas Ortodoxas de língua grega; a Igreja Russa, por outro lado, adota fielmente o antigo ‘Tipikon de São Sawa’. As demais Igrejas Ortodoxas variam na sua prática, aproximando-se mais ou menos do uso moderno de Constantinopla, e outras permanecem totalmente não influenciadas por ele. O antigo Tipikon é ainda seguido estritamente na maioria dos mosteiros gregos, particularmente o de São Sawa em Jerusalém, os do Monte Atos e o de São João em Patmos. Assim, na Ortodoxia Grega hoje há, uma vez mais como no período antigo, uma diferença entre a prática monástica e a paroquial, mas no período primitivo a divergência era ainda mais radical.
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1. Assim, a edição publicada em Veneza em 1615 tem o título: “Τυπικόν τής έκκλησατιής άκολυθίας τής έν ‘Ιερσλύμοις γιας Λαύρας του όσίου καί θεοφρου πατρός ήμων Σάββα”.
2. Sobre a Historia do Tipikon, a principal obra é ainda o monumental estudo de A. Dimitrievsky, Opisanie liturgicheskikh rukopisey khranyashchikhsya v bibliotekakh pravoslavnago vostoka (3 volumes, Kiev, 1895-1917), especialmente o volume 1; em inglês consultar ª Schememann, Introduction to Liturgical Theology (London, 1966). Um importante Tipikon em manuscrito, apresentando um uso muito diferente do que é seguido hoje pode ser encontrado nas bibliotecas monásticas de São João, em Patmos (cod. 266: século X) e da Santa Cruz , em Jerusalém (cod. 40: século X, agora mantido na Biblioteca Patriarcal). Sobre o primeiro ver a obra supracitada de A. Dimitrievsky, volume 1. Sobre o segundo consultar a obra de J. Mateos, S.J., Le Typicon de La Grande Église. Ms. Sainte-Croix no. 40, X siècle, 2 vols. (Orientalia Christiana Analecta, 165-166, Rome, 1962-3).
3. Ao fazer esta e outras mudanças, talvez Violakis não estivesse inovando, mas simplesmente dando aprovação formal às práticas que já haviam sido estabelecidas em paróquias. Provavelmente o Evangelho foi deslocado para o fim do ofício porque muito poucos fiéis chegavam a tempo para as partes iniciais de Matinas!
sábado, 29 de março de 2008
Típika
Do grego τυπικά, em eslavão izobrazítelnaya. Um ofício que não tem equivalente preciso no ocidente; é, às vezes, comparada com a ‘Missa Seca’ (Missa sicca) da Igreja Romana ou com o ofício Anglicano de Ante-comunhão, mas estes paralelos não são exatos. O ofício consiste de hinos, orações e leituras tiradas da Liturgia; e, a princípio, faz-se quando não há celebração da Eucaristia. Na prática moderna é, ocasionalmente, dita em dias quando a Liturgia ocorre: por exemplo, nas Vigílias do Natal e Teofania (exceto quando o Natal e a Teofania caem num domingo ou segunda-feira. Mas, mesmo quando a Típica e a Liturgia são realizadas a 6 de janeiro e 18 de janeiro, a regra de que o ofício de Típica é feito apenas em dias sem Liturgia é ainda seguida, em teoria, já que a Liturgia nestes dias ocorre após as Vésperas, e do ponto de vista técnico Vésperas representam o começo de um novo dia litúrgico). A Típica é sempre realizada quando há uma Liturgia dos Dons Pré-Santificados.
sexta-feira, 28 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Theotokion
Do grego θετοκίον, um tropário ou estikério em honra à Theotokos (Mãe de Deus). O último de uma série de troparia, estikera ou ode de um cânon normalmente toma a forma de um Theotokion. Às quartas e sextas-feiras, dias especialmente dedicados à memória da Paixão de Nosso Senhor, no lugar de um Theotokion normalmente há um Stavrotheotokion (do grego σταυροθετοκίον), isto é, um tropário em honra tanto da Cruz como da Theotokos, ou, em memória do sofrimento da Mãe de Deus ao ver seu filho crucificado.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Tapetes do Bispo
Assim como o báculo, é um sinal da dignidade do bispo. É um pequeno tapete (em eslavão, Orlec), geralmente redondo, com o desenho de uma águia sobrevoando uma cidade. A imagem da águia significa que o bispo, por toda a sua vida e trabalho, deve desejar o que está no alto, isto é, as coisas de Deus, as coisas divinas. Como a águia do alto, também o bispo supervisiona e observa o rebanho destinado ao seu cuidado. Nos tempos do império bizantino a águia era bicéfala, representando a união, então existente, entre o poder espiritual e o temporal – patriarca e imperador em sintonia e harmonia.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Sináxis
Do grego σύναξις assembléia, concílio. Um título aplicado entre outras coisas, a certas comemorações caindo no dia imediatamente após uma Grande Festa, em honra a algum personagem intimamente relacionado com o tema da Festa em si mesma. Por exemplo, sináxis da Mãe de Deus a 8 de janeiro (dia posterior ao Natal), de São João Batista a 20 de janeiro (dia posterior à Teofania), do Arcanjo Gabriel a 8 de abril (dia posterior à Festa da Anunciação), dos 12 apóstolos após Festa dos Corifeus São Pedro e São Paulo a 13 de julho; a do Arcanjo Gabriel a 26 de julho; a do Arcanjo Miguel e todas as Hostes Celestes a 21 de novembro. Nem toda Grande Festa é seguida por uma Sináxis. Num sentido mais geral, ‘sináxis’ significa uma assembléia para veneração.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Sináxario
Do grego συναξάριον, também denominado Menologion, do grego μηνολόγιον. Uma curta explanação da vida de um santo cuja festa está sendo celebrada, ou um comentário sobre o significado do mistério que está sendo comemorado. No uso grego o Sinaxário é lido diariamente em Matinas entre as odes 6 e 7 do cânon, imediatamente após o kontakion e seu ikos. Estas leituras estão contidas num livro especial, com o mesmo nome ‘Sinaxário’ ou ‘Menologion’ (de Menaion, do mês, + logos, palavra), livro litúrgico que contém a vida dos Santos, organizado por meses ao longo do ano litúrgico iniciado em setembro: correspondem, aproximadamente, ao Martirológio Romano. As leituras do Sinaxário estão, também, incorporadas no Menaia grego em pontos relevantes. Os livros eslavos de serviço litúrgico contém Sinaxários apenas no Triódio e no Pentacostário. O Menaia grego os inclui todo dia na forma de breves notações sobre os santos comemorados.
terça-feira, 18 de março de 2008
Saltério
Originalmente o instrumento de cordas que era utilizado para acompanhar o canto dos salmos na liturgia judaica. Hoje significa o conjunto de 150 salmos, que fazem parte tanto da Bíblia judaica como da cristã, guardada apenas, as pequenas diferenças na divisão e contagem dos mesmos. Ver Catisma.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Prokímenon
Prokímenon, do grego προκείμενον (plural Prokimena), o que é anunciado; o que é indicado para ser lido. São versículos dos Salmos, lidos imediatamente antes da leitura das Sagradas Escrituras (Evangelho, Epístola ou Paremia). Um prokímenon ocorre, entre outros ofícios:
- Em Vésperas, após o hino: “Ó Luz jubilosa....”
- Em Matinas, aos domingos e festas antes da leitura do Evangelho.
- Na Sagrada Liturgia, antes da leitura da Epístola.
- Horas Reais.
- Molebien.
Segundo São João Maximovitch, bispo de Xangai e São Franciso, o prokímenon em Vésperas é remanescente do tempo em que sempre havia uma leitura das Escrituras neste ofício.
Os Prokimena recitados imediatamente antes da leitura do Evangelho são chamados de Aleluia, por que são intercalados com o cântico da tríplice Aleluia. Prokimena cantados ocorrem nas Vésperas de Grandes Festas e durante a Grande Quaresma, possuem então a denominação de “Grande Prokímenon”.
sábado, 15 de março de 2008
Salmos do Lucernário
Em grego Κύριέ, έκέκραξα, em eslavão Góspodi, vozzvákh. As palavras de abertura do Salmo 141, aplicadas como título geral dos Salmos do Lucernário (141, 142, 130 e 117), que são cantados ou lidos diariamente em Vésperas ao longo do ano e possuem a sua contra-parte em Matinas, nos três Salmos conhecidos como Laudes. Estikera cantados podem ser introduzidos em número de 4, 6, 8 e 10 de acordo com o dia e a categoria da Festa, entre os versículos destes Salmos. A palavra Lucernário vem do latim lucerna=lanterna. Os Salmos do Lucernário são aqueles que se cantam antes do hino ‘Ó Luz Jubilosa’, quando se acendem as lamparinas do Altar.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Ripídias
Chamadas pelos gregos de Exapteryga (έξαπτέρυγα, com seis asas). Abanadores litúrgicos posicionados na ponta de hastes ou bastões; eram assim denominados por que se desenhava a figura de serafins sobre eles. Hoje, são discos de metal com imagens dos serafins com seis asas engastados em uma haste também metálica. Primitivamente as ripídias eram ornamentadas com penas de pavão, como os abanadores usados no Oriente. Às vezes, tinham a forma de estrela, quadrados ou outra forma e destinavam-se a proteger os Santos Dons de insetos e pó. As ripídias simbolizam os anjos cercando o Trono de Deus (Altar) e invisivelmente participando do ofício. Eram (e ainda são) levados em procissão, especialmente nos ofícios pontificais: em particular, eram mantidos sobre o Evangeliário enquanto era lido o Evangelho no curso de Matinas ou Liturgia, e sobre os Santos Dons na Grande Entrada na Liturgia (de modo a evitar que insetos pousassem sobre os dons); eram levadas, também, em procissão diante da Santa Cruz a 27 de setembro.
quinta-feira, 13 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Polieleos
Do grego πολυέλεος, de poli, muitos e έλεος, misericórdia. Um título aplicado originalmente aos Salmos 135 e 136. Estes dois Salmos constituem a terceira leitura indicada do Saltério nas Grandes Festas, em certos domingos (na tradição eslava, em todos os domingos) e em certos dias de festa de determinados Santos. Normalmente os dois Salmos não são cantados em sua totalidade, mas apenas uma seleção de versículos é usada: Aleluia é cantada uma ou mais vezes após cada versículo. O nome Polieleos surge da freqüente repetição da palavra misericórdia no Salmo 136. Ao Polieleos de três domingos que precedem o início da Grande Quaresma, o Salmo 137 é acrescentado. No uso grego apenas, nas Festas da Mãe de Deus o Polieleos é o Salmo 45.










